domingo, 12 de janeiro de 2014

Estrada para o Fim do Mundo - Ushuaia



 
“El Fin Del Mundo” – é como é apelidada a cidade mais austral da Terra, Ushuaia. Situada no extremo sul da América do Sul, em uma ilha chamada Terra do Fogo, esta cidade argentina nasceu como colônia penal e hoje em dia é um movimentado centro turístico nos confins da Patagônia. 
A situação geográfica da cidade é esplêndida. É ali que a Cordilheira dos Andes termina, encontrando o mar, resultando em uma paisagem exuberante em que picos nevados se justapõem à imensidão azul.
o entanto, embora a chegada e partida pelo céu pareça ser uma opção segura e conveniente, ela não oferece a aventura que é chegar em Ushuaia por terra. Apresento-lhes, então, A estrada para o fim do mundo.
O roteiro tem início em Rio Gallegos, a última cidade da Argentina Continental. É uma cidade feia, sem graça e sem muitos atrativos (o recomendável seria fazer esta viagem direto de El Calafate, com escala em Rio Gallegos para um pernoite, por exemplo, que foi o meu caso). Ali se toma um ônibus (TAQSA/Marga, saídas por volta das 8h-10h, custo aprox. Ar$ 425 pp.) em uma rodoviária pequena e muito movimentada, cheia de turistas.
O ônibus parte rumo a sul pela Ruta Nacional 3. Estamos ainda na margem atlântica da Patagônia, cuja paisagem é dominada por planícies extensas cobertas por estepes ou grama. Poucos quilômetros adiante, cruza-se a fronteira chilena. Logo, paramos em um posto aduaneiro e seguimos agora pela Ruta 255, em território chileno. Esta rodovia, na verdade, tem como destino Punta Arenas, a cidade mais austral do Chile continental, mas o ônibus toma um desvio e entra na Carretera 257 em direção à Isla Grande de la Tierra del Fuego.
Esta estrada é interrompida no Estreito de Magalhães. Ali o ônibus embarca numa balsa, os passageiros descem e se acomodam na ala turística da embarcação, com vista para o Canal; há também um balcão onde são servidos cachorros-quentes (por preços nada módicos) e bebidas. Pode-se descansar em bancos estofados ou acompanhar a travessia e tirar fotos de uma passarela externa.
O Estreito de Magalhães é um canal natural que liga os oceanos Atlântico e Pacífico e foi por cerca de 4 séculos o único acesso entre estes oceanos, até a construção do Canal do Panamá em 1914. Foi pioneiramente navegado por Fernão de Magalhães em sua volta ao mundo, e até hoje é considerado uma travessia muito difícil, mas evita o Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul.
Finalmente, a balsa atraca – seja bem-vindo à Terra do Fogo.
Não demora muito, o asfalto termina e a viagem segue numa estreita e tortuosa estrada de ripio. A paisagem começa a mudar: surgem colinas, e a grama passa a ficar mais alta e homogênea. Observam-se criações de ovelhas e cabras, e agora são avistados lagos onde se aglomeram aves. Estamos cruzando de ônibus o que parece ser uma estradinha local levando a lugar nenhum.
Como é de se esperar, não faltam imprevistos e contratempos: como a estrada é de ripio, pode acontecer de furar um pneu, ou, como a estrada é muito estreita – e relativamente movimentada – se dois ônibus se cruzarem pode acontecer de um deles cair para fora da estrada e “encalhar”.
Antes de cruzar a fronteira de volta à Argentina paramos num posto fronteiriço chileno, muito interessante, com vendinhas de tranqueiras e comidas, uma delas um pequeno trailer (evite o chocolate quente deste lugar, é intragável). Há uma pequena área comum na qual os passageiros podem aproveitar para tomar alguma coisa e curtir o sol.
Seguimos viagem, cruzamos a fronteira novamente, e volta o asfalto (que alívio). A rodovia logo se torna beira-mar e nos leva a Rio Grande, a última cidade antes de Ushuaia.
A partir dali o ambiente muda completamente. Passamos a cruzar regiões montanhosas, e a vegetação agora passa a ser dominada po coníferas. A Cordilheira dos Andes vem se aproximando cada vez mais. A rodovia faz um contorno muito amplo, margeano um vasto corpo d’água: o Lago Fagnano (um lago glacial, como não poderia deixar de ser na Patagônia). O lago marca nossa posição: chegamos no pé da cordilheira. A estrada agora é muito sinuosa, acompanhando as montanhas. Uma parada nos é permitida para contemplar o lago ao pôr do sol. A vista é maravilhosa.

 

Città del Mare

Città del Mare é o maior resort de férias da Sicília. Com vista para o Golfo de Castellamare, está situado em um dos trechos mais fascinantes da costa siciliana. Rodeado por um parque natural exuberante, você vai se encantar pelos seus amplos espaços abertos, seduzidos pela qualidade de seus serviços e entretidos pelo programa variado de sua equipe de animação.
É possível praticar esportes, incluindo mergulho, ou se divertir nas piscinas e tobogãs. Se, contudo, você estiver procurando pelo relaxamento total, você será embalado pela paz de seus oásis naturais e o centro de bem-estar exclusivo, onde você pode escolher entre uma variedade de caminhos personalizados para de bem-estar que vai melhorar sua experiência de férias.

 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

The Blue Lagoon Geothermal Spa

O Spa Geotérmico A Lagoa Azul é uma das atrações mais visitadas da Islândia. Localizada na cidade de Grindavík, a 39 quilômetros da capital, Reykjavik, a lagoa atrai visitantes que buscam em suas águas quentes (40 ºC) propriedades medicinais. São mais de 6 milhões de litros de água em 5 mil metros quadrados de área. Além do efeito relaxante de suas águas quentes em um país frio, a concentração de algas e sais minerais é eficiente no combate ao envelhecimento e no tratamento de doenças de pele.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Machu Picchu

Uma fortaleza construída num desfiladeiro de difícil acesso com uma visão estratégica de todo o vale. Construído com pedras sobrepostas sem nenhum material de ligação entre elas e de diversos tamanhos, montando num impressionante quebra cabeças com divisões de setores, praças, túmulos reais e templos de celebrações religiosas. No Templo de la Luna, está representada pelos três níveis religiosos do mundo andino, el Kay Pacha(o mundo da terra), Hanan Pacha(mundo acima da terra) e Ukju Pacha (mundo interior da terra), representado respectivamente pelo puma, pelo condor e pela serpente.

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Machu Picchu é o mais famoso e mais importante complexo arqueológico de estrutura Inca.